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13 Segredos Para Aumentar O Alcance Orgânico No Facebook


São Paulo - Fazer um bom marketing pessoal de imediato é uma tarefa penoso por si só. Entretanto o estímulo se torna superior ainda se você tem horror de parecer vaidoso. A charada é, antes de tudo, cultural. De acordo com a coach Marie-Josette Brauer, do Innovation Coaching Center, o brasileiro tende a acompanhar com maus olhos quem valoriza as suas próprias competências.


“Para escapar do rótulo de ‘convencido’, é comum que o profissional assuma uma postura excessivamente humilde, como se o sucesso fosse qualquer coisa feio”, admite. Entretanto, é perfeitamente possível fazer marketing pessoal sem criar uma aura de prepotência. “Muita gente pensa que marketing pessoal significa bater no respectivo peito e expor ‘vejam como eu sou bom’. Na realidade, não se trata de falar às pessoas que você é competente, contudo aprensentar isto a elas”, diz ele.


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Profissionais vistos como arrogantes são, precisamente, os menos habilidosos quando o foco é desenvolver uma imagem favorável no mercado, declara Marie-Josette. Afinal, criar uma boa reputação profissional depende de autoconhecimento e autenticidade - duas características que faltam a quem se enxerga (e se vende) como “bom em tudo”. Desfeitos os mitos sobre isto, é preciso ponderar em maneiras de construir a sua reputação de modo equilibrada e sofisticado.


O primeiro passo é fazer um exercício de reflexão pra identificar os seus pontos fortes e fracos. “Só após uma autoanálise profunda é que você saberá o que pode e o que não poderá vender para os outros”, explica Marie-Josette. Logo depois, é preciso planejar formas concretas de divulgar as tuas competências. Para Arruda, a melhor forma de fazer isto é colocar o teu talento a serviço de algumas pessoas, isto é, ajudá-las a resolver problemas.


“Mais do que conversar de si mesmo, o significativo é conceder evidências do que você é qualificado de fazer”, reconhece. Outro instrumento poderoso é o que o especialista norte-americano chama de “liderança de ideias” - a inteligência de avisar, esclarecer e influenciar outros profissionais da tua rede de contatos. Para tanto, você pode publicar artigos de blog, gravar videos ou até fazer comentários a respeito de notícias de modo a destacar teu conhecimento sobre isso um determinado assunto, diz Arruda.


Ainda deste modo, é preciso tomar cuidado pra não exagerar pela dose. Segundo Marie-Josette, muitos profissionais se excedem na hora de deixar claro seus conhecimentos e talentos - principalmente na internet. “Muita gente usa as redes sociais pra engrandecer tuas próprias qualidades e anunciar ‘propagandas enganosas’ sobre isso si mesmas. Isso não é marketing pessoal, em razão de não é autêntico e nem sequer sustentável”, diz ela.


No momento em que o assunto é web, aliás, todo cuidado é insuficiente. Segundo Arruda, a reputação online de um profissional está se resultando mais primordial do que a sua reputação offline. “As pessoas estão pesquisando o seu nome no Google antes mesmo de compreender você pessoalmente. Desse jeito, é preciso fazer uma imagem digital que seja positiva, entretanto assim como conexo com a realidade”, diz o especialista.


São Paulo - Uma pesquisa global do LinkedIn revelou muitas peculiaridades e contradições do jeito dos brasileiros no local de serviço. Pra mencionar apenas um paradoxo: o Brasil é o 2º povo que mais mistura contatos profissionais e pessoais pela web. Não obstante, em todo o planeta, somos os mais preocupados com a avaliação de nossos colegas de trabalho a respeito do que postamos em redes sociais. O estudo, intitulado "New Norms @ Work", ouviu quinze 1 mil usuários do LinkedIn em 19 países, pra declarar como as várias nacionalidades constroem sua reputação profissional a começar por hábitos online e offline. Clique nas imagens pra visualizar sete dados sobre isso os brasileiros revelados pelo levantamento.


2. Colegas ou amigos? Se você costuma anexar colegas de trabalho em mídias sociais como Facebook ou Instagram, não está sozinho. No Brasil, 40,9% dos profissionais não veem dificuldades pela prática. Trocar regularmente a imagem de perfil é uma tristeza para 27,1% dos brasileiros que estão no LinkedIn. A proporção não é tão alta se comparada a outros países, como a China, em que 38,1% das pessoas acreditam pela seriedade da imagem para desenvolver uma interessante impressão inicial.


A nação mais preocupado com o assunto é a Indonésia (51,1%). Lá, dois em cada 5 profissionais visualizam a foto de perfil das outras pessoas antes de uma reunião. 4. Não tem perfil? De acordo com a busca, 31,3% dos brasileiros disseram que não contratariam uma pessoa que não tivesse perfil no LinkedIn. A média dos além da medida países é de 11,9%. Não é pra menos: com 20 milhões de usuários, o Brasil é o 3º nação mais presente no LinkedIn, atrás apenas dos Estados unidos e da Índia. No Brasil, mais da metade dos profissionais gasta alguns minutos pela frente do guarda-roupa antes de sair pro trabalho. De acordo com o estudo, 54,7% dos brasileiros se vestem mais formalmente no momento em que sabem que terão reuniões sérias durante o dia.

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